- 21 de out. de 2025
- 2 min de leitura

Primeira Parte
Linda
O poema declama um elogio à beleza infantil, convocando a “tímida criança” — rosada, loura, mansa — e descrevendo-a com imagens de luz e natureza: cabelos ondulosos que cintilam como cardumes luminosos, colo alvo que se inclina como lótus à beira d’água, passo leve que resvala na relva sob o luar. Essa exaltação sensorial é moldada pela ideia de uma graça interior, sugerida desde a epígrafe, citando a freira e escritora inglesa Mary Rosseti, em que a beleza irradia chamas animadas por um espírito nobre.
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