Resumo Por Capítulo: Minha Vida de Menina

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Julho de 1894


Dia 5, quinta-feira

Dona Carolina e suas irmãs combinaram um almoço na Pedra Grande: parece que cada novo passeio é mais bonito que o anterior.


Helena e suas primas ficaram enojadas com seus irmãos, que lavaram os pés na água do Pau de Frutas, que abastece a cidade. Diziam que um burro havia morrido e apodrecera no rego, com todos tomando a água sem o saber – graças a Deus, pensa Helena.

Dia 9, segunda-feira

O almoço no Jogo da Bola teve a presença de Anselmo Coelho, um homem bonito casado com Toninha, uma mulher feiosa. A falecida companheira de Anselmo era muito bela e a saudade que ele sentia dela deixava Toninha enciumada, que dava até pena.


Dia 12, quinta-feira

Siá Ritinha visitou Dona Carolina e Helena ficou por perto, pois gostava de ouvir suas conversas. Ela trazia a notícia de que a casa de Antonina, uma vizinha, estava praticamente de luto: Mariquinhas estava de casamento marcado com um homem rico, mas ele havia fugido.


Dia 13, domingo

Helena e suas primas foram mandadas para dar os pêsames a Seu Carneiro, cuja mãe falecera, mas elas não se aguentaram e tiveram um inexplicável ataque de riso quando o homem as recebeu.


Dia 19, quinta-feira

Helena e Lusinha foram ao primeiro baile de suas vidas, no casamento de Leontina, mesmo com a morte de tia Neném, uma irmã de distante de seu pai. A menina aproveitou a festa, mas imagina que todos estejam comentando seu pecado por não respeitar o luto familiar.


Dia 21, sábado

Helena tem muito prazer em reunir-se com sua família ao redor do fogareiro quando seu pai está em casa, para conversarem. Desta vez falou-se sobre a inteligência dos parentes: Alexandre considera que os filhos de tio Conrado são os mais sábios, pois seu pai é muito firme com a educação deles. Helena concorda, lembrando-se de quando Leontino, assim como ela, desconfiou da veracidade das histórias contadas por Reginalda – isso era um sinal de sua inteligência.


Dia 26, quinta-feira

Após uma semana de chuva Helena sente não ter sobre o que escrever. Ao passar um enterro em frente a casa, sua mãe corre para acordar seus irmão para ficarem à janela. Helena encontra um tema: a superstição em Diamantina.


A garota relata diversos hábitos supersticiosos que, mesmo sendo considerados pecados perante a Igreja, são seguidos por todos os moradores: o cuidado para não quebrar espelhos, para não sentarem-se em treze numa mesa, não varrer a casa nem pentear o cabelo à noite… Helena, no entanto, raciocina que nada disso faz sentido e se espanta que todos em sua família ouçam estas histórias e simplesmente as tomem como verdade, sem sequer pensar sobre.


Dia 28, sábado

À noite, na Chácara, surgiu uma preta com sua filha: era Maria Pequena, uma antiga escrava do avô de Helena que fora deixada para o tio Geraldo. A mulher dele, enciumada com a beleza da mulata, a vendeu para outra fazenda onde era muito maltratada. Agora ela havia juntado dinheiro e voltava para a Chácara para pedir abrigo.

 

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