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  • 1 de mar.
  • 3 min de leitura

Atualizado: há 5 dias


Resumo Por Capítulo: Alice no País das Maravilhas


Capítulo I - Pela Toca do Coelho


O livro se inicia com um poema que apresenta a situação em que a história nasce: um passeio de barco em uma tarde tranquila, onde três meninas pedem repetidamente que lhes contem uma história. O narrador, mesmo cansado, continua inventando, e assim o “País das Maravilhas” vai sendo construído aos poucos, alimentado pelo interesse das crianças. A narrativa é descrita como algo que cresce gradualmente, reunindo episódios curiosos, até se tornar uma lembrança a ser guardada com carinho, como parte da infância.

Na abertura do capítulo, Alice está sentada à beira do rio com a irmã e começa a ficar entediada. Ela observa o livro que a irmã lê, mas o considera desinteressante por não ter figuras nem diálogos. Enquanto pensa se vale a pena levantar-se para fazer uma corrente de margaridas, surge um Coelho Branco que passa correndo e falando sozinho que está atrasado. O fato de ele falar não a surpreende de imediato, mas quando tira um relógio do bolso do colete, Alice se espanta e, tomada pela curiosidade, corre atrás dele, entrando em uma toca sem pensar em como sairá depois.

A toca inicialmente parece um túnel comum, mas de repente se transforma em um poço profundo, e Alice começa a cair lentamente. Durante a queda, ela tem tempo de observar o ambiente: as paredes têm prateleiras, armários, mapas e quadros. Ela pega um pote de geleia vazio e o guarda cuidadosamente para não machucar alguém ao cair. Enquanto desce, passa a refletir em voz alta, tentando calcular a profundidade da queda e lembrando-se de conhecimentos escolares, como a distância até o centro da Terra e termos como latitude e longitude, embora não compreenda bem seus significados.

Ela imagina que pode atravessar o planeta e surgir em outro lugar, pensando em como perguntaria onde está. Em seguida, começa a falar sobre sua gata Diná, imaginando se sentiria sua falta e divagando sobre se gatos comem morcegos ou vice-versa. Aos poucos, fica sonolenta, repete essas perguntas como num sonho e imagina uma conversa com a gata, até que a queda termina de repente quando aterrissa sobre folhas e gravetos, sem se machucar.

Alice se levanta rapidamente e percebe que está em um corredor escuro, onde ainda vê o Coelho Branco correndo ao longe. Ela o segue até chegar a uma sala comprida, iluminada por lâmpadas, com várias portas ao redor, todas trancadas. No centro, encontra uma mesa de vidro com uma pequena chave de ouro. Após testar a chave nas portas maiores sem sucesso, descobre uma cortina escondendo uma portinha pequena. A chave serve nela, e ao abri-la, Alice vê um corredor que leva a um belo jardim, mas não consegue passar por ser grande demais para a abertura.

Voltando à mesa, ela encontra uma pequena garrafa com o rótulo “BEBA-ME”. Antes de beber, verifica se não é venenosa, lembrando-se de histórias sobre perigos e regras de segurança. Como não há indicação explícita de veneno, ela prova o conteúdo, acha-o saboroso e bebe tudo. Logo começa a encolher até ficar com cerca de vinte e cinco centímetros de altura, o que a deixa satisfeita por finalmente poder atravessar a portinha.

No entanto, ao tentar sair, percebe que esqueceu a chave sobre a mesa e, agora pequena, não consegue alcançá-la. Tenta subir na mesa sem sucesso e acaba se sentando e chorando. Em seguida, repreende a si mesma por chorar e recorda outras ocasiões em que falava consigo como se fosse duas pessoas. Depois, nota uma pequena caixa de vidro sob a mesa, dentro da qual há um bolo com a inscrição “COMA-ME”.

Alice decide comer o bolo, raciocinando que, se crescer, poderá alcançar a chave, e se diminuir, poderá passar por baixo da porta — de qualquer forma, conseguirá chegar ao jardim. Ela dá uma mordida e observa atentamente se seu tamanho muda, mas inicialmente nada acontece, o que a surpreende, pois já espera que tudo ao seu redor funcione de maneira extraordinária. Ainda assim, continua comendo o bolo até terminá-lo.




 
 
 

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