top of page
  • 26 de ago. de 2024
  • 1 min de leitura

Atualizado: 30 de mai. de 2025


Resumo Por Capítulo: Romanceiro da Inconfidência

Romance LVII ou Dos vãos embargos


No poema, Cecília Meireles explora o perfil de um personagem, um homem "loquaz e sem reputação", que se envolve na conspiração contra a coroa portuguesa. A descrição ressalta a sua falta de crédito e bens, características que o tornariam incapaz de liderar ou participar efetivamente de uma revolta. As "quiméricas ideias" que ele proferia sem discernimento, em qualquer lugar e momento, revelam sua imprudência e insensatez.


A autora parece ironizar o julgamento desse inconfidente, destacando como a sociedade e o poder instituído, na figura de “imperadores” como Teodósio, Arádio e Honório, lidavam com a situação: um mero ato de insanidade a ser perdoado – de forma oposta ao julgamento dos que agiam “por fúria da razão”.


O final do poema introduz uma reflexão mais profunda e ambígua: "Ninguém faz o que quer. Ninguém sabe o que faz. E os culpados quem são?". Essas linhas questionam a responsabilidade individual e coletiva nas ações humanas, especialmente em contextos de insurreição e revolução. A autora sugere a complexidade dos motivos e das consequências dos atos revolucionários, e como a linha entre culpados e inocentes é tênue e muitas vezes subjetiva.



 
 
 

Comentários

Avaliado com 0 de 5 estrelas.
Ainda sem avaliações

Adicione uma avaliação

Os comentários são de responsabilidade dos leitores.
O site se reserva o direito de moderação.

bottom of page