Resumo Por Capítulo: Minha Vida de Menina

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Fevereiro de 1894


Dia 10, sábado

Helena, que passava as férias na Boa Vista, onde seu pai minerava, teve de voltar mais cedo este ano. Sua família estava hospedada na casa de um casal de negros que tinham um bebê que se apegou a Helena na hora de dormir, só parando de chorar em seu colo. Dona Carolina não gostava de ver sua filha tão relacionada com uma negrinha e decidiu afastá-la daquele lugar. Agora ela passa os dias trancada, obrigada a estudar e com inveja dos irmãos que ficaram na Boa Vista.


Dia 13, terça-feira

As férias estão acabando e Helena se sente aliviada: sofria muito por passar o tempo livre longe da Boa Vista.


Dia 16, sexta-feira

A avó de Helena diz que a Lei de Treze de Maio só deu liberdade aos escravos,mas não a ela, que continuou responsável por diversos negros que viviam em sua chácara.


Florisbela era uma negra muito linda que se casou com Marciano, negro trabalhador, porém muito feio. Neste dia Marciano chegou com sua esposa carregada numa rede, desacordada: havia sido enfeitiçada por um companheiro de Marciano que invejou seu casamento.


Helena ficou triste com a situação e torcia para que a negra acordasse logo.

Dia 17, sábado

O feitiço de Florisbela só poderia ser desfeito pelo mesmo negro que a enfeitiçou, mas isto é impossível, pois ele não quer vê-la casada com Marciano. Para saberem se a moça ainda vive, aproximam um espelho de sua boca para verem se sai uma fumaça. Algumas pessoas já não tem esperança e preparam seu caixão. Helena reflete que se a moça não fosse tão bonita, não estaria sofrendo desta forma.


Dia 18, domingo

Bela foi enterrada após morrer tranquilamente. Dizia-se que o sofrimento na hora da morte era sinal da luta da alma para deixar o corpo: nesse caso a separação parecia ter sido fácil. Helena ainda acreditava que a negra poderia estar viva e não quis ver seu enterro. Glorinha ficou olhando o caixão ser coberto de terra e disse ouvir um ronco da falecida: ela teria sido enterrada viva. Helena desconfiava que a prima houvesse criado esta história só para aborrecê-la.


Dia 20, terça-feira

A escola de Helena adotou o uso de uniforme, que facilitaria muito a lavagem das roupas durante a semana. Para seu azar, no entanto, tia Madge, que não é boa costureira, se dispôs a fazer seu vestido e o uniforme praticamente se desfez no primeiro dia de aula.


Dia 22, quinta-feira

Avó Teodora resolveu enviar uma bandeja de frutas como presente ao Dr. Teles, que cuida de sua saúde. Chica foi a negra escolhida para fazer a entrega e retornou com uma detalhada descrição de como procedeu: com quem deixou as frutas, o que conversaram e como se despediram. Helena acha graça na narração de Chica.


Dia 25, domingo

Alexandre não tem qualquer vício. Seu único defeito, segundo Dona Carolina, é o de andar com seus cunhados. Isso se comprovou quando ele, após voltar de um passeio com tio Joãozinho, estava de pileque, pois não era acostumado a beber. Alexandre não via mal, entretanto, que não estivesse em seu juízo perfeito uma vez ou outra.


Dia 28, quarta-feira

Helena ficou com pena de seu primo Leontino, que foi alvo de piadas na escola por conta de uma gravata de retalhos que estava usando. Ela percebe que os meninos são mais sensíveis a estas brincadeiras do que as meninas.

 

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