Agosto de 1893
Dia 5, sábado
Helena reflete sobre a situação financeira de sua família: seu pai sempre na esperança de encontrar bons diamantes, mas sempre endividado. Às vezes sua avó lhe dá algum dinheiro para ajudar sua mãe. Assim que Helena se formar pretende trabalhar para contribuir com as contas de casa.
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Dia 10, quinta-feira
Helena e Glorinha pularam o muro da horta para apanhar ameixas. Ao pularem de volta sua prima caiu sentada numa figueira-do-inferno, arbusto repleto de espinhos, deixando Helena com muita pena. Ao menos nada foi contado aos adultos sobre as ameixas, que logo repreenderiam dizendo que a queda era um “castigo de Deus”.
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Dia 12, sábado
Helena não gosta de dormir na casa de tia Aurélia, pois o tio Conrado vive cheio de regras.
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Certa noite ela e suas primas não paravam de conversar e o tio ralhava dizendo para dormirem. A prima Beatriz sentiu uma pulga entrar em sua orelha e começou a gritar, desesperada. Tio Conrado dizia que não era nada demais e que iria colocar uma pulga em sua própria orelha para provar que não havia mal algum. Helena teve vontade de rir muito com a cena.
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Dia 14, segunda-feira
Uma grande família mudou-se para a vizinhança e Helena ficava com nojo de ver a mãe, todas as tardes, pegar os filhos para catar seus piolhos. Certo dia tal mulher lhe ofereceu um pé de moleque e Helena nem o comeu.
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Dia 18, sexta-feira
Tia Raimundinha, prima mais velha de Dona Carolina, estava grávida apesar da avançada idade. O bebê demorava a nascer e a situação preocupava os parentes. Após pedir o trabalho de uma parteira ela descobre que estava somente com gases.
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Dia 20, domingo
Os irmãos de Helena precisaram sair à noite, no frio, levar o cavalo para a o pasto. Helena se alegra de ser mulher nestas horas, para não precisar fazer estes serviços.
No dia seguinte Nhonhô estava com a cabeça rachada: Renato o montou no animal e cutucou-o com uma varinha, fazendo-o cair.
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Nhonhô era preferido de Helena, por tê-lo cuidado desde pequeno. A garota e sua irmã ainda gostam de cuidar de bebês: sempre estão com algum branquinho ou mesmo negrinho no colo.
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Dia 23, quarta-feira
A avó de Helena diz que às vezes é necessário um mal menor para evitar um mal maior: seu marido era um homem genioso que não aceitava ser contrariado, mesmo em questões supérfluas, e por isso às vezes ela mentia para ele.
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Helena comemora que seu pai seja diferente e totalmente aberto a ouvir suas opiniões mesmo que divergentes. A avó de Helena reflete que felizmente “os tempos mudaram”.
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Dia 24, quinta-feira
Helena teve seus cabelos e maquiagem arrumados por Ester, quando ela soube que a amiga se achava feia. Helena acreditava no ditado da mãe Tina que dizia que tanto os bonitos quanto os feios “vevem” da mesma maneira. Ao ouvir isto Ester riu e argumentou que os bonitos “vevem” melhor.
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Dia 29, terça-feira
Helena reflete que as pessoas têm uma tendência maior para criticar o mal do que para elogiar o bem: ela sempre é chamada de rebelde, mas Luisinha, que é muito bem comportada,nunca é elogiada.
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A jovem ainda faz uma confissão de sua maldade: em seu aniversário fez um acordo com Luisinha para que ela comprasse os mantimentos para o preparo das comidas e, em troca, lhe daria metade de seus presentes. Sabendo que a irmã não cobraria o acordo, por se muito boa, Helena lhe deu apenas algumas das lembranças.
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Dia 31, quinta-feira
Helena tem um dos dias mais felizes de sua vida quando recebe um conjunto de roupas de presente de Madrinha Quequeta e seu marido, Carlos. Ela lembra que a família de seu vovô inglês é a mais organizada e enriquecida que possui.
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