- 14 de out. de 2025
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XXXIII
O capítulo parte da constatação de que, desde 1831, o Brasil vive sob governo nacional e, nesse contexto, propõe avaliar os progressos da educação física e moral, tanto doméstica quanto pública, incluindo os colégios particulares. A autora sustenta que há consenso entre os mais conscienciosos sobre a urgência de uma reforma completa do sistema educacional, pois erros e preconceitos de doutrinas antigas ainda dominam as escolas. Reconhece-se algum avanço no “espírito” social — muitos pais já não veem os castigos escolares bárbaros como necessários —, mas persiste um contingente que tolera ou até exige rigor violento, frequentemente aplicado por diretores sem princípios e de saber medíocre. Delegar a estranhos a correção de faltas que caberia aos próprios pais é apresentado como fraqueza moral e desonra, imagem reforçada pela metáfora do proprietário de terra fértil que, por preguiça, mendiga alimento ao vizinho.
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