- 14 de out. de 2025
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XVII
O texto retorna o foco ao Brasil e, em tom de interpelação, questiona povos e governo que se dizem civilizados e liberais sobre a ausência do benefício mais essencial dessa civilização e desse liberalismo: a promoção efetiva da educação feminina. Assinala que, já na metade do século XIX, a ciência revela segredos capazes de reduzir obstáculos ao progresso universal das ideias e de aproximar os povos, e que nas nações cultas há esforço para alinhar a educação das mulheres ao porvir grandioso da humanidade.
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