- 14 de out. de 2025
- 2 min de leitura

LVII
O texto inicia apontando duas causas centrais do atraso moral e intelectual do país: os abusos cometidos por parte do clero e o mau sistema de educação doméstica. Nísia Floresta sustenta que esses fatores deturpam um caráter brasileiro naturalmente dócil, modesto e generoso. Para reforçar, cita viajantes como o conde de Castelnau, que elogia a hospitalidade e indulgência do brasileiro, mas atribui a degradação dos costumes à ociosidade, à falta de meios de estudo e, sobretudo, à chaga da escravidão; critica ainda um clero que, em vez de exemplo, muitas vezes lidera pelo desregramento.
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