top of page
8 de out.
3 min de leitura

Atualizado: 21 de out.


Resumo Por Capítulo: O Capital


Volume 1


Parte 4 - Produção de mais-valia relativa


Capítulo 13 - Cooperação


O ponto de partida histórico e lógico da produção capitalista situa-se no emprego simultâneo de uma quantidade considerável de trabalhadores sob o comando de um mesmo capital individual. O autor afirma que, em seus primórdios, a manufatura distingue-se da produção artesanal corporativa apenas em termos quantitativos, traduzindo-se na simples ampliação da antiga oficina medieval. No âmbito estrito da produção de valor, uma massa de operários representa inicialmente apenas a soma de forças de trabalho individuais, não alterando a taxa de exploração. Contudo, ao reunir um número expressivo de braços, as oscilações e os desvios particulares de rendimento compensam-se mutuamente, permitindo que a jornada coletiva alcance o patamar de trabalho social médio e assegurando que as leis gerais da valorização do capital se concretizem plenamente para o proprietário do empreendimento.

Em seguida, o texto demonstra que a reunião de múltiplos operários acarreta uma profunda revolução nas condições materiais do processo de trabalho, viabilizando a fruição coletiva de instalações, armazéns e ferramentas. Embora esses meios concentrados apresentem um valor total absoluto maior, seu custo não aumenta na mesma proporção de sua eficácia útil, resultando em uma transferência menor de valor por unidade fabricada. O autor observa que essa economia no emprego do capital constante barateia a mercadoria e reduz o valor da própria força de trabalho, estabelecendo um caráter social aos meios de produção antes mesmo que o próprio ato do trabalho se torne plenamente socializado.

Quer ler mais?

Inscreva-se em resumoporcapitulo.com.br para continuar lendo esse post exclusivo.

 
 
 

​Os comentários são de responsabilidade dos leitores.
O site se reserva o direito de moderação.

bottom of page