- 31 de out. de 2025
- 1 min de leitura

Terceira Parte
Recordação
O poema se abre com uma epígrafe de Teófilo Braga que ressalta a grande distância entre o presente e os dias da “risonha infância”, preparando o leitor para uma lembrança emocionada e para o contraste entre passado luminoso e presente esmaecido. A voz poética dirige-se a Adelaide Luz em tom de confidência, evocando uma infância idealizada, “ditosa”, banhada por um “sol formoso”. As imagens florais constroem identidades afetivas: a eu-lírico como “florzinha” tímida e a amiga como “alva açucena”, ambas em estágio de desabrochar, associadas à pureza e à beleza nascente. A natureza aparece plenamente harmoniosa — céu sem nuvens, auroras, ondinas e aragens que só trazem alegria —, o que reforça a percepção de um tempo perfeito, sem falhas.
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