- 31 de out. de 2025
- 2 min de leitura

Terceira Parte
O sacerdote
O poema abre com uma epígrafe de Guiraud que define o sacerdote como “um anjo” e “o homem quase Deus”, chave para a leitura laudatória que se seguirá: a voz lírica exalta o padre como ente sagrado que atravessa os “cardos” do mundo terreno para erguer os fracos e derramar consolo. Em tom interrogativo e admirativo, pergunta-se que força arcangélica o sustém e de onde vem a fé luminosa que ele distribui às multidões, destacando o “verbo” melífluo que pacifica e cura. O sacerdote é figurado como símbolo de Cristo que entorna bálsamos sobre o sofrimento humano; sob o “negro burel” esconde-se uma nobreza que não ostenta. Seu império é moral e se manifesta onde o poder dos déspotas falha: por meio da prece simples eleva-se em sacrifício, banha os fiéis na “caudal da fé” e faz ruir seitas errôneas, afirmando a unidade espiritual.
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