- 2 de nov. de 2025
- 2 min de leitura

Terceira Parte
A rosa
O poema abre com uma epígrafe de Almeida Garrett que já antecipa o destino da flor — uma rosa bela, ceifada por uma “ímpia mão” — e orienta a leitura para a fragilidade do belo e a violência (ou desmedida) que o ameaça. Em seguida, a voz lírica, mergulhada em desalento e lembranças sombrias da adolescência, busca o refúgio do campo, longe do “estrepitar do mundo”. Nesse cenário sereno, encontra uma roseira agreste com sua “mais brilhante filha”, uma rosa altiva que, consciente de sua formosura, abandona a “meiga sombra” e se entrega ao sol.
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