- 23 de out. de 2025
- 3 min de leitura
Atualizado: 11 de jan.

Segunda Parte
No ermo
O poema começa com a epígrafe de Castro Alves, que já apresenta a floresta como um templo sagrado: quem entra nela é comparado ao sacerdote que atravessa a ogiva gótica em busca de Deus, e as aves que bebem o orvalho são imagem de alguém que, na natureza, bebe fé e amor. Essa chave religiosa e mística prepara o que virá: a floresta como lugar de consolo, espiritualidade e reencontro com algo maior que o sofrimento humano.
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