- 23 de out. de 2025
- 1 min de leitura

Primeira Parte
Fragmentos
O poema declama um eu lírico tomado por sensibilidade extrema, que se define por metáforas de fragilidade e exaltação: primeiro, uma rola que geme na sombra e um cisne de plumas argentinas que morre de amor, imagens que condensam dor, languidez e um estro romântico de entrega ao sentimento. Em seguida, o coração é figurado como um lótus oriental que desfalece ao “ocidente”, pedindo as “lácteas pérolas” do orvalho e suplicando à brisa que o conduza a “plagas cérulas”; a cena mistura exotismo, pureza e desejo de deslocamento para um espaço ideal, azul e etéreo, onde a alma possa aliviar sua febre.
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