- 17 de nov. de 2017
- 1 min de leitura
Atualizado: 14 de jun.

72 - O bibliômano
O autor confessa que deve suprimir o capítulo anterior, pois haveria nele um “despropósito” sobre o qual não desejava críticas.
Em seguida ironiza um suposto leitor do seu livro, setenta anos à frente, encontrando um exemplar único e questionando-se qual era este “despropósito”, procurando-o por cada página. Não o encontraria – pois o despropósito não existe, foi suprimido -, mas isso não faria com que ele desmerecesse o livro, pelo contrário, o adoraria pelo simples fato de ser um exemplar único!
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