- 8 de dez. de 2017
- 1 min de leitura
Atualizado: 17 de jul.

51 - É minha!
“É minha!”, comemorava Brás Cubas após conquistar Virgília em suas danças – este pensamento não lhe saía da cabeça.
Chegando a sua casa Brás topou com uma moeda de meia dobra de ouro no chão: “É minha!”, repetiu e botou-a no bolso.
No dia seguinte sua consciência pesou e resolveu que precisava procurar o verdadeiro dono da moeda – talvez fossem pobres, passassem fome. Entregou-a ao chefe de polícia e sentiu-se melhor!
Nosso narrador estabelece o que ele chamou de “lei da equivalência das janelas”: cada janela que se fecha deve ser compensada por outra aberta, numa analogia à moralidade de seus atos: se estava flertando com uma mulher casada, algo contra a moral vigente, por outro lado teve uma atitude muito valiosa moralmente ao devolver uma moeda achada no meio da rua, sua consciência estava compensada!
Quer ler mais?
Inscreva-se em resumoporcapitulo.com.br para continuar lendo esse post exclusivo.