- 27 de set. de 2017
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Atualizado: 26 de jun.

123 - O verdadeiro Cotrim
Antes de pedir a mão de Nhã-loló, Cubas decidiu consultar seu cunhado, tio da garota, Cotrim. Este, surpreendentemente, alegou que não daria opinião em negócios de seus familiares, terminando por confessar que não aconselharia sua sobrinha a casar-se com Brás Cubas.
Sem entender muito bem os escrúpulos de seu cunhado, que por vezes o aconselhou a casar-se, inclusive pela importância política do matrimônio, o narrador ainda o defende: Cotrim era um homem honrado, um tanto avarento – o que não seria um vício, mas sim a “exageração de uma virtude”; maltratava seus escravos – mas apenas os perversos e fujões; contrabandeava negros – mas isso não era algo que provinha de sua índole, era efeito de suas relações sociais.
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