Resumo Por Capítulo: Memórias Póstumas de Brás Cubas

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51 - É minha!


“É minha!”, comemorava Brás Cubas após conquistar Virgília em suas danças – este pensamento não lhe saía da cabeça.


Chegando a sua casa Brás topou com uma moeda de meia dobra de ouro no chão: “É minha!”, repetiu e botou-a no bolso.

No dia seguinte sua consciência pesou e resolveu que precisava procurar o verdadeiro dono da moeda – talvez fossem pobres, passassem fome. Entregou-a ao chefe de polícia e sentiu-se melhor!


Nosso narrador estabelece o que ele chamou de “lei da equivalência das janelas”: cada janela que se fecha deve ser compensada por outra aberta, numa analogia à moralidade de seus atos: se estava flertando com uma mulher casada, algo contra a moral vigente, por outro lado teve uma atitude muito valiosa moralmente ao devolver uma moeda achada no meio da rua, sua consciência estava compensada!

 

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