Resumo Por Capítulo: Memórias Póstumas de Brás Cubas

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49 - A ponta do nariz


Depois de falar por duas vezes que “olhava para a ponta do nariz” ao ter certos pensamentos, o autor explica sua metáfora: o nariz teria uma função ainda superior do que o apoio para os óculos, ele seria responsável pela elevação espiritual do ser humano – para isso exemplifica o ato dos faquires, que se concentram ao olhar para a ponta do nariz.


Cita mais um exemplo, de um comerciante – no caso um chapeleiro – que vê outros chapeleiros concorrentes com seus negócios se expandindo: é necessário que esse chapeleiro olhe para o próprio nariz para evoluir.

Parece confuso? Pois façamos uma breve análise: na verdade o que Brás Cubas diz é que se deve “olhar para o próprio umbigo” (é a expressão que melhor se encaixaria). O “nariz” e a “elevação espiritual” são apenas eufemismos para um ato que ele entende como puramente egocêntrico e que aponta em diversos momentos de seu livro, mas defende como necessários para a evolução da espécie humana.

 

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