Resumo Por Capítulo: Memórias Póstumas de Brás Cubas

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123 - O verdadeiro Cotrim


Antes de pedir a mão de Nhã-loló, Cubas decidiu consultar seu cunhado, tio da garota, Cotrim. Este, surpreendentemente, alegou que não daria opinião em negócios de seus familiares, terminando por confessar que não aconselharia sua sobrinha a casar-se com Brás Cubas.

Sem entender muito bem os escrúpulos de seu cunhado, que por vezes o aconselhou a casar-se, inclusive pela importância política do matrimônio, o narrador ainda o defende: Cotrim era um homem honrado, um tanto avarento – o que não seria um vício, mas sim a “exageração de uma virtude”; maltratava seus escravos – mas apenas os perversos e fujões; contrabandeava negros – mas isso não era algo que provinha de sua índole, era efeito de suas relações sociais.


A prova dos bons sentimentos de Cotrim estava no seu amor aos filhos, inclusive na dor que sofreu com a morte da filha Sara. Além disso, ele participava de irmandades, realizava boas ações. Talvez um defeito fosse uma mania de publicar nos jornais as benfeitorias que praticava, mas mesmo isto poderia ser justificado: ações de caridade eram contagiosas, quando bem divulgadas.

 

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