Resumo Por Capítulo: Memórias Póstumas de Brás Cubas

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12 - Um episódio de 1814


Tinha o autor nove anos quando caía Napoleão, na França. Apesar da rixa entre alguns que admiravam e outros que condenavam o império napoleônico, a família de Brás Cubas montou um jantar para comemorar o fato, com o intuito de agradar a família real portuguesa – importante lembrar que em 1808 a família real havia-se mudado de Portugal para o Brasil fugindo do ataque de Napoleão.


Estava no tal jantar Doutor Vilaça, um senhor glosador (que fazia glosas, versos rimados), que não parava de demonstrar sua arte. As senhoras encantavam-se por ele enquanto Brás apenas desejava uma compota que aguardava na mesa. O menino fez birra e seu pai iria atender ao seu pedido, servindo a ele a compota, quando sua tia Emerenciana decidiu que o garoto merecia um castigo pelo mau comportamento e retirou-o da mesa.

Brás Cubas quis vingar-se do Doutor glosador, que entendeu como culpado da demora em servir sua sobremesa. No momento em que todos convidados passeavam pela chácara o garoto seguiu Vilaça: ele encontrava-se às escondidas com uma das senhoras que o adoravam, Dona Eusébia. Quando percebeu que o casal se beijava o menino correu em meio aos demais convidados gritando para todos o que vira. Como Vilaça era um homem casado, pai, aquele fato o ridicularizava e foi motivo de muitos risos entre os presentes.


Apesar de o pai de Brás Cubas dar-lhe um corretivo na presença dos convidados, no dia seguinte já achava graça do feito do menino.

 

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