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Resumo Por Capítulo: Memórias Póstumas de Brás Cubas

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117 - O humanistismo


Havia três forças que impeliam Brás Cubas a voltar a viver como antes: uma era Sabina, empenhada na sua união com Nhã-loló; outra era Quincas Borba, que enfim apresentou-lhe seu Humanitismo.


“Humanitas” seria o princípio de tudo, a substância da qual se compõe todos os homens. Ela teria algumas fases: “estática”, antes do surgimento de universo; “expansiva”, no surgimento do universo; “dispersiva”, quando surge o homem, uma “multiplicação personificada da substância original”; e “contrativa”, na futura absorção do homem e das coisas.


O “Humanitismo” se compara ao Bramanismo – organização hindu que determina a organização da sociedade em castas. Assim, haveria homens fortes, originados de partes fortes do “Humanitas”, e outros fracos.


A vida seria o maior benefício concedido pelo Humanitas, fazendo com que todo ser que nasça queira gozá-la tal qual seu genitor. A única coisa negativa seria não nascer. A inveja, por exemplo, é vista como um sentimento danoso pela maioria das religiões; mas no Humanitismo ela é apreciada como autêntica emanação do Humanitas, já que os homens, por terem uma mesma origem, se invejam. Da mesma forma homens que atacam são Humanitas, pois a luta é uma de suas funções.

Neste momento Cubas estava estupefato pelas revelações do colega. Quincas devorava uma asa de frango quando voltou a filosofar.


O frango que ele comia era o resultado de diversos esforços (desde escravos trazidos da África, em navios construídos por outros homens, etc.) com o objetivo de saciar sua fome.


O Humanitismo era a destruição da dor, já que esta seria uma ilusão – consciente de ser parte do Humanitas, todos saberiam que cumpriam seu papel, sem sofrimentos.


Quatro volumes tinha a obra de Quincas Borba, escrita em letras miúdas. O último tratado era político, no qual era revelado que mesmo com a reorganização da sociedade, a guerra, a fome e a miséria não cessariam, pois não seriam motivo de impedir a felicidade humana.

 

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