
Capítulo 11
Luís conhece dona Adélia, mãe de Marina, e costuma puxar conversa com a velha quando passa em frente à sua casa. Seu Ramalho, pai da menina, trabalha na usina elétrica, é um sujeito sério e calado, e parece não simpatizar com o vizinho por conta de suas conversas no com a filha no quintal.
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Certo dia Adélia pede a Luís que indique Marina para algum trabalho na cidade. Ele afirma que não tem muitos contatos, mas se compromete a buscar alguma ajuda. Flagrando a conversa da mulher, Ramalho pede desculpas a Luís e relata que a filha não leva jeito para estudar e nem deve conseguir trabalhar direito – quem se casar com ela fará mal negócio, assume.
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Nesse meio tempo Antônia, criada de dona Rosália, passa pela rua e vai conversar com um soldado. É uma mulher ingênua, que sempre cai nas conversas dos homens, larga o emprego para amigar-se e depois volta decepcionada.
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