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13 de ago.
2 min de leitura

Atualizado: 17 de ago.


Resumo Por Capítulo: A Riqueza das Nações


Livro 1

Capítulo 6


O autor propõe que, no estágio inicial e rudimentar da sociedade, anterior à acumulação de capital e à apropriação privada da terra, a quantidade de trabalho necessária para adquirir diferentes objetos constituía a única regra para determinar o valor de troca entre eles. Nesse contexto primitivo, a dureza da atividade e o grau de destreza ou engenho exigidos serviam para ajustar as proporções de troca, assegurando que a totalidade do produto gerado pelo esforço pertencesse integralmente ao próprio trabalhador.

Com o surgimento da acumulação de recursos nas mãos de indivíduos particulares, a dinâmica econômica altera-se significativamente, pois o autor ressalta que tais detentores passam a empregar trabalhadores industriosos, adiantando-lhes materiais e subsistência. O valor que os operários agregam à matéria-prima divide-se, então, em duas parcelas distintas: os salários que remuneram o trabalho e os lucros que recompensam o empreendedor pelo risco assumido e pelo capital adiantado. Salienta-se que esses lucros não constituem meros salários de inspeção ou direção, visto que são regulados estritamente pela dimensão do capital empregado e não pela penosidade ou extensão do trabalho de supervisão.

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