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11 de ago.
4 min de leitura

Atualizado: 17 de ago.


Resumo Por Capítulo: A Riqueza das Nações


Livro 1

Capítulo 5


O capítulo inicia definindo a riqueza de um indivíduo como a medida em que ele pode desfrutar das necessidades, conveniências e diversões da vida humana. Após a consolidação da divisão do trabalho, a capacidade de um homem prover tais bens por meio de seu próprio esforço reduz-se drasticamente, tornando-o dependente do trabalho alheio. Assim, a riqueza de uma pessoa passa a ser proporcional à quantidade de trabalho de terceiros que ela pode comandar ou comprar. O autor argumenta que o valor de troca de qualquer mercadoria que se pretenda permutar equivale exatamente à quantidade de trabalho que ela permite adquirir. Dessa forma, o trabalho é estabelecido como a medida real do valor de troca de todos os bens, constituindo o preço original e a moeda primogênita pela qual toda a riqueza do mundo foi adquirida.

A análise prossegue diferenciando a posse de riqueza do poder político ou militar. Citando que a riqueza é poder no sentido de mercado, o texto esclarece que uma grande fortuna concede ao proprietário, de modo direto e imediato, apenas a faculdade de comandar o trabalho alheio ou os seus produtos disponíveis para negociação. Em seguida, o autor pondera que, embora o trabalho seja a medida real do valor, o mercado não estima comumente as coisas por essa métrica abstrata, dada a dificuldade de mensurar com exatidão a durabilidade do esforço, o grau de penosidade e a engenhosidade exigidos em diferentes ocupações. A compensação no intercâmbio direto acaba sendo ajustada, portanto, pelo pechinchar e negociar cotidiano, o que estabelece uma igualdade aproximada suficiente para as transações comuns.

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